Economia de Alta Floresta

Colonizada com o propósito de ser referência agrícola na região norte, quando atraiu agricultores da região sul do país, Alta Floresta experimentou ao longo dos seus mais de 40 anos de existência vários ciclos econômicos, passando da extração mineral nas décadas de 70 e 80, pela extração vegetal até a entrada da agricultura em larga escala, que nos últimos conferiu prosperidade econômica a vários municípios matogrossenses.

A economia conta com indústrias de beneficiamento de madeira que atuam com produtos oriundos de projetos de reflorestamento, obtendo certificação para exportação. A pecuária desenvolvida no município é referência. Atualmente, Alta Floresta é um dos maiores produtores de gado de corte do Estado. Segundo o Indea-MT, o município concentra mais de 700 mil cabeças de gado. A região tem caminhado firme no processo de se tornar a nova fronteira agrícola do país. Na safra 2016/17 foram plantados mais de 3,4 mil hectares de milho, que produziram mais de 18 mil toneladas. Em relação a soja, o município registra aumentos em sua área plantada a cada safra. Na 2016/17 foram plantados mais de 11,4 mil hectares e produzidas mais 37,8 toneladas da oleaginosa.

Localizada numa região estratégica, Alta Floresta está próximo à rodovia BR 163 com acesso aos portos de Santarém e Miritituba, que têm sido a rota de escoamento da produção de grãos de Mato Grosso e conseguiu apoio governamental para a pavimentação das MTs 208 e 419. Por esses e outros motivos, Alta Floresta e região passam a ser alvo de investidores de todo o país, interessados no futuro de prosperidade que está cada vez mais perto de se tornar realidade.