Publicado em: 15/04/2018 ás 10:51:00 Autor: arlos Alberto de Lima Fonte: ASCOM

Alta Floresta foi percorrida em todo seu perímetro, urbano e rural, por agentes da Defesa Civil do Estado, nas pessoas do sargento Roque e do assessor técnico Aldo Santos que, acompanhados do coordenador da Defesa Civil em Alta Floresta, Modesto Paulino da Silva e do engenheiro Fernando Catunda, constataram situações lastimáveis ocasionadas pelo período chuvoso.

Eles que estiveram no gabinete da Prefeita, Néia Munhoz, solicitando não só apoio, apoio que, aliás, venho de forma solícita por parte da prefeita que disponibilizou o carro do gabinete para que eles realizassem o trabalho, bem como foram bastante prestativos na recíproca, fornecendo subsídios para um possível decreto de emergência e que assim, Alta Floresta possa receber recursos destinados a situações de resposta imediata.

Hoje, conforme relatou o engenheiro Catunda, designado ao acompanhamento da Defesa Civil, durante a reunião com a prefeita, de 30 a 40 pontes e uns 10 bueiros, do município, encontram-se em estado crítico.

Modesto Paulino defendeu a imediata criação de um plano de trabalho para que o município esteja preparado para enfrentar e superar situações adversas e, em relação ao decreto de Situação de emergência colocou-se a necessidade de apresentação de relatórios das secretarias de Educação, Obras, Assistência Social que justifiquem abalos sofridos no transporte de crianças, de condições de risco apresentadas e outras dificuldades ocasionadas pelas chuvas.

Combinou-se na reunião com a prefeita, que também contou com a secretária Maria Iunar, da Educação, Elói de Almeida, de Infraestrutura e de Luzmaia Quixabeira, de Assistência Social, que estes segmentos entregariam os relatórios e a partir de então apresentassem os projetos para aprovação e busca desses recursos, como já foi feito num passado recente, já no mandato do prefeito Asiel Bezerra que conquistou uma verba de hum milhão quatrocentos e sessenta mil e foram construídas cinco pontes.

Nas visitas a equipe detectou, em seu mapeamento, a necessidade urgente de reconstrução de ao menos cinco pontes localizadas, principalmente, nas comunidades da região da Pista do Cabeça (Ourolândia) e Ouro Verde.

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